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CARMINA BURANA
Uma interessante história por trás da musica de Carl Orff.
“Ó Fortuna, tal a lua, uma forma variável! Sempre enchendo ou encolhendo: ó que vida execrável! Pouco duras, quando curas de nossa mente as mazelas, a pobreza, a riqueza, tu derretes ou congelas”.
“Bruta sorte, és de morte: tua roda é volúvel, benfazeja, malfazeja, toda sorte é dissolúvel. Disfarçada de boa fada, minha ruína sempre queres; simulando estar brincando, minhas costas nuas feres”.
“Gozar saúde, mostrar virtude: isto escapa minha sina; opulento ou pulguento o azar me arruína. Chegou a hora, convém agora, o alaúde dedilhar; a pouca sorte do homem forte devemos todos lamentar”.
Parece conto de mistério. Virei a noite pesquisando. Vale a pena dividir com vocês. Mais de 200 poemas profanos e obscenos, escritos no século 13, e encontrados num mosteiro beneditino na Alemanha. Foram escritos por monges e menestréis errantes chamados de goliardos. Adoradores dos prazeres da carne, dos vinhos e de uma sarcástica crítica aos costumes da época.
Carmina Burana é justamente o nome dado ao conjunto destas poesias latinas medievais. A palavra "carmina" é o plural de "carmen" (em latim, canção). O título inteiro significa literalmente: "canções dos Beurens". Esta última palavra se refere ao fato de que os textos escolhidos para esta "cantata secular" foram descobertos em 1803 em um velho mosteiro beneditino da Baviera, em Benediktbeuren, no sudoeste da Alemanha.
No trecho no início deste tópico, o mais popular orquestrado pelo Carl Orff, há o conceito da roda da fortuna, eternamente girando, trazendo alternadamente boa e má sorte. É uma parábola da vida humana exposta a constante mudança.
Fazendo uma pesquisa no Kazaa baixei mais de 20 trechos musicados pelo Carl Orff. Encontrei muitos sites sobre o tema. Sendo os mais completos os links :
A – Texto comentado e com muitos poemas de Carmina Burana
B - Sobre Carl Orff – trechos em MID
C - Biografia de Carl Orff D – Para ouvir Carmina Burana na Rádio Uol.
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EU AMO KEISHA CASTLE-HUGHES,

A ENCANTADORA DE BALEIAS
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NO CAMINHO COM MAIAKOVSKI
Na primeira noite eles se aproximam
e roubam uma flor
do nosso jardim.
E não dizemos nada.
Na segunda noite, já não se escondem;
pisam as flores,
matam nosso cão,
e não dizemos nada.
Até que um dia,
o mais frágil deles
entra sozinho em nossa casa,
rouba-nos a luz, e,
conhecendo nosso medo,
arranca-nos a voz da garganta.
E já não podemos dizer nada.
No caminho com Maiakovski não é de Maiakovski, mas sim de Eduardo Alves da Costa. Poeta fluminense de 67 anos. Um lindo poema que não estaria reverenciando o nome do grande poeta russo Maiakovski, muitas vezes confundido pela Internet como sendo do próprio é na verdade de outro poeta, Eduardo Alves da Costa.
Recebo esta informação da Mônica Winter, uma das devotas da Sabatika, quebrando assim minha crença de longos anos. Quanta vez se afirmou ser este poema de Maiakovski?
O pior que este texto acima é apenas um trecho, o mais divulgado do poema. Agora, que a Mônica me enviou o poema completo, vou poder enviar aos que me solicitarem aqui.
É lindo. Não é um Maiakovski, mas que parece um Maiakovski parece..
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EU AMO AMÉLIE POULAIN

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"A minha maneira de pensar, você diz, não pode ser aprovada. E que me importa? Bem, idiota é aquele que adota uma maneira de pensar para os outros. Não foi a minha maneira de pensar que provocou a minha desgraça. Foi a maneira de pensar dos outros."
Marquês de Sade ( Donatien Alphonse François de Sade) (1740-1814)
O Marquês de Sade realmente existiu e chamava-se Donatien Alphonse François de Sade. “Qualquer educação literária sem menção as obras do Marquês é incompleta. Sade era sem dúvida um homem à frente do seu tempo e como todos os grandes homens, ainda que desconhecido por muitos, deixa uma lição de luta e perseverança, dando literalmente o seu sangue a fim de ter a sua arte respeitada. Sade que por sua perversão sexual deu origem ao sadismo é o autor mais difamado e menos conhecido da literatura mundial. Os trabalhos escritos por ele escritos permaneceram proibidos na França até a década de 1960. Ainda hoje seus livros continuam aparecendo em listas de material proibido”.
Citado por Sandra Jacob Lourenço em
http://www.sadeanos.weblogger.terra.com.br/index.htm
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Para relaxar um pouco. E para não dizer que deixei o humor de lado.
XÍCARA ou COLHER?
Durante uma visita, a um hospital de loucos, Lula pergunta ao diretor qual o critério utilizado para definir se um paciente está curado ou não.
- Bem, disse o diretor, nós enchemos uma banheira e oferecemos uma colher de chá e uma xícara, ao paciente, e pedimos para ele esvaziar a banheira".
- Já entendi companheiro, disse o LULA. Uma pessoa normal escolhe a xícara, que é maior.
- Não Sr. Presidente!! - Responde o diretor.- Uma pessoa normal tira a tampa do ralo.
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Bertolt Brecht

Eu queria ser um sábio.
Nos livros antigos está escrito o que é sabedoria :
Seguir seu caminho sem violência,
pagar o mal com o bem,
não satisfazer os desejos, mas esquece-los
Sabedoria é isso.
Mas eu não consigo agir assim.
É verdade, eu vivo num tempo sem sol.
Trecho de “Aos que virão depois de nós” de Bertolt Brecht..... Tenho na integra. Não é grande mas não cabe aqui todo aqui no blog. Escreve-me que eu te envio por e-mail.
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KOAN
“Certa vez eu, Chuangtse, sonhei que era uma borboleta, que voejava de um lado para outro; para todos os efeitos, era uma borboleta, e não tinha consciência da minha individualidade como homem. De repente acordei, e lá estava eu, novamente eu mesmo.Agora, não sei se eu então era um homem que sonhava que era uma borboleta ou se agora sou uma borboleta , que sonha ser um homem”.
Chuangtse – filósofo taoísta e místico chinês C.330 A.C.
Foi este Koan que deu origem a livros como Neuromance e filmes como Matrix.
Creio que esta é a melhor analogia que já li, sobre as ilusões chamadas de realidade e individualidade. Eu sinto e compreendo tudo. Mas, não sei como explicar.
Como compreender que borboletas são apenas vibrações de átomos?
Fico calado, ligo a TV, vejo as imagens e acredito que aquela morena bonita está sambando ali na minha frente.
Não sou eu que penso. Não sou eu que existo.
Escrito por Paulo Fernando Farias 01/02/05
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FIZ UMA MERDA
Por acidente ou burrice mesmo, quando eu estava reorganizando o blog apaguei por engano, o tópico BOLERO DE RAVEL com mais de 15 mensagens interessantes de amigos e amigas. Peço perdão. Republiquei o tópico abaixo junto com um novo tópico sobre Charles Chaplin.
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CHARLES CHAPLIN

Eis aqui duas frases de Charles Chaplin que adoro e que tem muito a ver com minha vida neste momento.
Amo a liberdade!!!!!!! Por isso deixo livres as coisas que amo...se voltarem é porque as conquistei.. Senão voltar é porque nunca as tive.
"Eu continuo a ser uma coisa só: um palhaço, o que me coloca em nível mais alto do que o de qualquer político."
E navegando na internet, pois navegar é preciso, encontrei o melhor blog sobre cinema clássico. É da Carla Anjos. Um magnífico estudo sobre cinema, Chaplin e a solidão.
Vale a pena conferir em :
http://purviance.zip.net/
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OUÇA O BOLERO DE RAVEL COM IMAGENS

RAVEL, Joseph Maurice
Entre neste link, ouça o Bolero de Ravel com imagens lindas.
http://www.edu-negev.gov.il/tapuz/motytp/atar/scripta/games/boleroclip.htm
Para saber mais sobre Maurice Ravel entre em
http://certasmusicas.digi.com.br/erudita/ravel.html
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